sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A previsão do tempo

   A previsão do tempo  é um dos campos de estudo da meteorologia  (Meteorologia Sinótica). Para dizer com o máximo de exatidão possível como o tempo irá se comportar em um determinado local e em determinado momento é necessário uma série de observações e estudos.
Biruta:
A biruta ou manga de vento é um aparelho capaz de mostrar a direção do vento. É constituído por um cone de tecido com duas aberturas, uma das quais é maior e acoplada a um aro de metal. A biruta tem a forma de um coador de café, embora seja muito maior e mais longa. Este instrumento é muito usado em aeroportos, onde orienta a decolagem e a aterrissagem dos aviões, manobras que só podem ser feitas em sentido contrário ao vento.
As birutas são desenvolvidas para fornecer a direção visual de vento de superfície e as informações de velocidade de vento aos pilotos, quando em voo ou no solo, nos aeroportos ou heliportos. Se ela estiver esticada significa que o vento está forte, caso esteja bem caída significa vento fraco, sempre na direção para onde aponta seu fundo.
É normalmente feita de lona ou algodão.
Higrômetro:
Um Higrómetro ou Higrômetro , é um instrumento que serve para medir a umidade presente nos gases, mais especificamente na atmosfera. É utilizado principalmente em estudos do clima, mas também em locais fechados onde a presença de umidade excessiva ou abaixo do normal poderia causar danos, por exemplo em peças de museus, documentos de bibliotecas e elementos de laboratórios.
Os higrômetros são compostos, em sua maioria de substâncias com capacidade de absorver a umidade atmosférica. Entre elas estão o cabelo humano e sais de lítio. No higrômetro construído com cabelo humano, uma mecha de cabelos é colocada entre um ponto fixo e outro móvel e, segundo a humidade a que está submetida, ela varia de comprimento, arrastando o ponto móvel. Esse movimento é transmitido a um ponteiro que se desloca sobre uma escala, na qual estão os valores da humidade relativa. Já o higrômetro de sais de lítio baseia-se na variação de condutividade desses sais, os quais apresentam uma resistência variável de acordo com a água absorvida. Um amperímetro com sua escala devidamente calibrada fornece os valores de humidade do ar. Outra maneira de medir a humidade relativa é calcular a velocidade de evaporação da água (psicrômetro). Para isso, dois termômetros idênticos são expostos ao ar: um traz o bulbo descoberto; outro tem o bulbo coberto por gaze humedecida. A temperatura do segundo termómetro é, pelo arranjo, inferior à do primeiro, porque a água evaporada da gaze arrefece o bulbo. Quanto menor a humidade do ar, tanto maior é o arrefecimento da gaze. A partir da diferença de leitura entre os dois termómetros, e com a ajuda de uma tabela, pode ser encontrado o valor da umidade relativa.

ANEMÓMETRO:

Os anemômetros medem a velocidade da componente horizontal do vento, que é essencial para o cálculo das previsões de energia. Os anemômetros de copos são o tipo padrão de anemômetro. São robustos e resistentes aos ventos oblíquos causados por mastros e travessas. Para uma previsão de vento, cada anemômetro deverá ser individualmente calibrado e certificado de acordo com as normas internacionais (por exemplo MEASNET). O número de anemômetros aplicados num mastro poderá variar entre um mínimo de 2 e um máximo de 6. A maioria dos anemômetros pode equipar-se com aquecimento.


tornado

O tornado é um tipo de ciclone, ou seja, redemoinhos atmosféricos que giram em torno de um centro de baixa pressão atmosférica. Normalmente a sua formação ocorre no final da tarde, pois nesse período a atmosfera apresenta maior instabilidade. 

A palavra tornado é originária do termo espanhol tornada, que significa tempestade. O tornado apresenta dimensões e duração bem menores que a de um furacão. Porém, esse fenômeno é capaz de gerar grandes catástrofes, como por exemplo, destruição de casas.

Consequências de um tornado
Os tornados são fenômenos tipicamente continentais, sua formação ocorre através da chegada de frentes frias em regiões onde o ar está mais quente e instável, favorecendo o desenvolvimento de uma tempestade, que, por sua vez, impulsiona a formação desse tipo de ciclone. 

Algumas regiões são mais propícias para a formação de tornados, pois apresentam aspectos favoráveis para a ocorrência desse fenômeno. Entre essas regiões podemos destacar a parte central dos Estados Unidos, e alguns países da América do Sul como o Uruguai, Argentina e o sul do Brasil. 

Formação dos Tornados: 

1 - A massa de ar frio forma uma “tampa” sobre a massa de ar quente próxima ao solo, impedindo a formação de nuvens. Com a entrada de uma frente fria ou pelo aquecimento excessivo da faixa de ar próxima ao solo, o ar quente rompe a tampa e invade a massa de ar frio. 

2 - O ar quente sobe e se expande, com velocidade que pode chegar a 250 KM/h. A instabilidade na atmosfera pode fazer com que o movimento de expansão ocorra em forma espiral. 

3 - Umidade condensada cai em forma de chuva. Com a evaporação, o tornado se forma abaixo da “tampa” em área onde não há chuva. Ao contrário dos furacões, os tornados são compactos e de curta duração. 

Um tornado normalmente apresenta 100 metros de extensão, e sua duração é de poucos minutos.


ciclone

Saiba o que é Ciclone, formação, foto, fenômeno da natureza, furacão, tufão

  
Definição

Ciclone é um fenômeno atmosférico em que os ventos giram em sentido circular, tendo no centro uma área de baixa pressão. No hemisfério sul, o vento gira em sentido horário e no norte, no sentido anti-horário.
Os ventos de um ciclone podem chegar a 200 km/h e, geralmente, apresentam-se acompanhados de fortes chuvas (tempestades). Estas precipitações ocorrem, pois o ar quente se eleva, formando assim as nuvens.
Os ciclones formam-se, geralmente, em regiões de clima tropical e equatorial, em áreas do oceano com águas quentes.
Quando um ciclone nasce e se desenvolve no Oceano Atlântico ele é chamado de furacão. Quando o ciclone é formado sobre as águas do Oceano Pacífico, então é chamado de tufão.


Pai nosso das Vovós


Explorando o sistema solar


Cruzeiro tricampeão brasileiro

TRICAMPEÃO BRASILEIRO

Campeão no intervalo, Cruzeiro derrota o Vitória e faz a festa em Salvador

Equipe celeste confirma o título nacional com quatro rodadas de antecedência

Jogadores do Cruzeiro fazem a festa em Salvador com mais uma vitória no Campeonato Brasileiro (Rodrigo Clemente/EM/D.A Press)
Soberano em todo o Campeonato Brasileiro de 2013, o Cruzeiro é tricampeão nacional. O time celeste confirmou a conquista na noite desta quarta-feira, com quatro rodadas de antecedência. A equipe chegou ao 23º triunfo em 34 rodadas ao vencer o Vitória, por 3 a 1, no Barradão. O resultado em Salvador não teve influência direta na conquista, já que ela havia sido assegurada no intervalo de jogo.

Segundo colocado do Brasileirão, o Atlético-PR foi derrotado pelo Criciúma, por 2 a 1, em Santa Catarina. O jogo no Sul do país foi iniciado às 21h, 50 minutos antes de a bola rolar em Salvador. O revés do time paranaense confirmou que o Cruzeiro não poderá ser mais alcançado. 

Campeões, os jogadores cruzeirenses acompanharam os minutos finais da derrota do Atlético-PR no vestiário do Barradão. Quando eles retornaram para a disputa do segundo tempo, a torcida gritava: “tricampeão”.
O Vitória ainda ameaçou impedir que a festa cruzeirense fosse completa, e empatou o jogo com Dinei no início do segundo tempo. O placar havia sido aberto por Willian na etapa inicial. No entanto, Júlio Baptista marcou o segundo gol cruzeirense e Ricardo Goulart deu números finais ao triunfo, decretando mais um carnaval em Salvador.

Comemoração no intervalo e festa nas arquibancadas

O Cruzeiro entrou em campo sabendo que o título estava muito próximo. Quando o árbitro apitou pela primeira vez no Barradão, o Criciúma vencia o Atlético-PR por 2 a 0, em Santa Catarina.

Apesar do resultado favorável do Furacão, o Cruzeiro não diminuiu o ritmo em Salvador. Artilheiro da campanha vitoriosa no Brasileirão, Borges esteve perto de marcar um golaço. O voleio do camisa 9, entretanto, saiu rente à trave direita.

Na defesa cruzeirense, Fábio, como de costume, teve mais uma grande atuação. O capitão do tricampeonato brasileiro fez um milagre em chute forte de Marquinhos dentro da área. Em outra grande chance do Vitória, o lateral-esquerdo Juan ajeitou para Dinei na marca do pênalti, mas o atacante desperdiçou a chance com um chute para fora.

O placar foi aberto no Barradão em jogada tramada por dois atacantes que disputaram posição ao longo do Campeonato Brasileiro. Dagoberto ganhou disputa com a defesa do Vitória e fez passe preciso para Willian. O camisa 41, que substituía o suspenso Everton Ribeiro, tocou na saída do goleiro Wilson: 1 a 0. Na reta final do primeiro tempo, Ricardo Goulart teve a chance de ampliar, mas falhou na finalização.

Com seu papel sendo feito, o Cruzeiro seguiu para os vestiários cada vez mais perto do tricampeonato. Foi no intervalo de jogo que os jogadores tiveram a confirmação do título nacional. Quando a equipe retornou ao gramado, a torcida gritava no Barradão: “tricampeão”.

Com seu primeiro título à frente do Cruzeiro confirmado, Marcelo Oliveira ainda tentou manter cautela. “Estou muito feliz, numa alegria só, mas precisamos ganhar o jogo. Está difícil, vamos concentrar no jogo. É importante o compromisso, outros clubes também dependem desse jogo. Vamos fazer o melhor”, afirmou.

O Vitória até tentou minimizar a festa do Cruzeiro em Salvador. Aos 5 minutos da etapa final, Willian Henrique fez o cruzamento para Dinei, que bateu antes que Fábio conseguisse travá-lo: 1 a 1.

Dinei, por pouco, não fez o gol da virada. Depois de cruzamento rasteiro da ponta direita, o camisa 9 do Vitória bateu de primeira, mas Fábio voltou a salvar o Cruzeiro com grande defesa.

A comemoração cruzeirense em Salvador ganhou mais uma motivação aos 27 minutos. Dagoberto, de frente para o gol, rolou para Júlio Baptista balançar as redes: 2 a 1. O Vitória ainda acertou o travessão com Dinei, mas Ricardo Goulart aproveitou passe de Willian para finalizar a festa: 3 a 1.

Vitória 1 x 3 Cruzeiro

Vitória

Wilson; Ayrton (Pedro Oldoni), Victor Ramos, Kadu e Juan; Marcelo (Euler), Cáceres, Renato Cajá (Willian Henrique) e Escudero; Marquinho e Dinei 
Técnico: Ney Franco 

Cruzeiro
Fábio; Mayke, Dedé, Leo e Egídio (Everton); Leandro Guerreiro e Lucas Silva; Willian, Ricardo Goulart e Dagoberto (Tinga); Borges (Júlio Baptista)
Técnico: Marcelo Oliveira

Motivo: 34ª rodada do Campeonato Brasileiro
Estádio: Barradão, em Salvador
Data: 13 de novembro (quarta-feira)
Gols: Willian, aos 35 do 1ºT; Dinei, aos 5, Júlio Baptista, aos 25, e Ricardo Goulart, aos 35 do 2ºT 
Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (SC) e Neuza Inês Back (SC)
Cartão amarelo: Juan e Victor Ramos (Vitória); Willian e Borges (Cruzeiro)

Saturno o gigante gasoso