sábado, 16 de novembro de 2013

Aprenda mais- GAMBA

FILO: Chordata

ORDEM: Marsupialia

FAMÍLIA: Didelphidae

NOME POPULAR NA AMÉRICA DO NORTE: opossum

NOME POPULAR NO BRASIL: Na Amazônia: mucura;
na Bahia: suruê ou sarigüê;
no Nordeste: cassac ou timbuo;
no Mato Grosso e Paraguai: micurê e no resto do Brasil recebe o nome de Gambá

NOME EM INGLÊS: Large American Opossums

NOME CIENTÍFICO: Didelphis marsupialis

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: do Canadá ao norte da Argentina. Nrasil, Paraguai, Guianas, Venezuela

HABITAT: Floresta, Campos e Centros urbanos

HÁBITOS ALIMENTARES: Onívoro

REPRODUÇÃO: 12-13 dias

ALIMENTAÇÃO: principalmente de frutos silvestres, ovos e filhotes de pássaros

A FÊMEA POSSUI: 12 ou 13 tetas

PESO DO EMBRIÃO AO NASCER: 2g (em torno de 1 cm) e completam seu desenvolvimento na bolsa materna.

Nº DE CRIAS: 3Nº DE FILHOTES: 10 a 15 por ninhada

PERÍODO DE VIDA: 2 a 4 anos

TAMANHO: Pode atingir 50 cm de comprimento sem contar a cauda, quase do mesmo tamanho.

CARACTERÍSTICAS: Apresenta corpo maciço. pescoço grosso, focinho alongado e pontudo, membros curtos e cauda preênsil, bastante grossa, redonda e afilada, só peluda na base, tendo pequenas escamas revestindo a parte restante.

FÊMEA: A fêmea possui um marsúpio bem desenvolvido, ao contrário de outros da mesma família, que só tem 2 dobras ventrais abertas.

PELAGEM: a cor da pelagem varia muito, indo do branco (animais velhos) ao negro (animais jovens) e passando por todas as tonalidades de cinzento e bruno intermediárias.
O gambá (de guaambá, que significa saco vazio, referindo-se ao marsúpio) é um marsupial do porte de um gato. Tem hábitos noturnos e, apesar de ser uma animal de movimentos lentos, trepa em árvores com facilidade, usando a cauda preênsil para agarrar-se aos galhos. Alimenta-se principalmente de frutos silvestres, ovos e filhotes de pássaros. Não raramente visita galinheiros, causando imenso estrago.
Quando perseguido, o gambá finge-se de morto ou expele um líquido fétido produzido por glândulas axilares. Na fase do cio, a fêmea também exala esse cheiro forte, facilmente reconhecível.
Quando os filhotes entram na bolsa têm só 1 cm e ficam lá dentro 70 dias, onde se desenvolvem e tem condições de enfrentar a selva.

Aprenda mais- bicho-de-seda

 
NOME COMUM: Bicho-da-seda

NOME EM INGLÊS: silkworm

NOME CIENTÍFICO: Bombyx mori

REINO: Animália

FILO: Arthropoda

CLASSE: Insecta

SUPERORDEM: Amphiesmenoptera

ORDEM: Lepidóptera

SUBORDEM: Glossata

SUPERFAMÍLIA: Bombycoidea

FAMÍLIA: Bombycidae

GÊNERO: Bombyx

ALIMENTAÇÃO: O bicho-da-seda alimenta-se exclusivamente de folhas de Amoreira ao longo de toda a sua fase de vida larvar.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: De acordo com a distribuição geográfica, o bicho-da-seda é identificado como de origem Japonesa, Chinesa, Europeia ou Indiana.

Caracteristicas e curiosidades: O bicho-da-seda é a larva de uma espécie de mariposa (Bombyx mori) usada na produção de fios de seda. Este insecto é nativo do Norte da China mas encontra-se actualmente distribuído por todo o mundo em quintas de produção de seda, denominada sericicultura.
O bicho-da-seda quando nasce tem apenas cerca de 2,5 mm de comprimento. Durante 42 dias ele como sem parar, sofre quatro metamorfoses - ovos, lagartas, pupa e adulto - e tem seu peso original aumentado em 10.000 vezes. O bicho-da-seda é uma largata, a larva de uma borboleta, e come grandes quantidades de folhas até chegar a 5 cm de comprimento. Nesta época, procura um cantinho tranqüilo e começa a tecer seu casulo. O casulo branco-amarelado brilhante é feito de um único fio com muitos metros de comprimento. O bicho-de-seda fia a seda ao redor do seu corpo desenvolvendo movimentos geométricos em formato de oito, até que todo o seu líquido seja usado . Depois de 3 dias de fiação atingindo entre 700 e 1,200 mil metros de fio, o casulo está completo. A lagarta converte-se em pupa, e se for mantida viva, transforma-se em mariposa em aproximadamente 10 a 12 dias, e o ciclo de vida termina com o rompimento do casulo e quebra do longo fio de seda em muitos fios curtos.
Seus ovos, durante a incubação, devem ficar numa temperatura entre 20 a 23ºC. Algumas borboletas fêmeas chegam a incubar dezenas de milhares de ovos em 15 dias.
Para se ter uma idéia, a partir de 30 gramas de ovos, saem aproximadamente 40.000 bichos, que devoram em oito semanas, 350 quilos de folhas.

Aprenda mais- fuinha


NOME VULGAR:Fuinha
 
FILO: Chordata
 
CLASSE: Mammalia
 
ORDEM: Carnívora
 
FAMÍLIA: Mustelidae
 
NOME CIENTÍFICO: Martes foina
 
CARACTERÍSTICAS:Comprimento: 46 cm, mais 20 cm de cauda
 
período de gestação: 250 a 295 dias
 
Ninhada: 3 a 5 filhotes
Quando capturada e treinada desde pequena, a fuinha pode ficar mansa como um gatinho, os romanos a usavam para caçar ratos. Quando capturada já adulta, ela consegue adaptar-se bem à nova vida. Existe uma estória de um lorde da Escócia que encontrou uma fuinha ferida e cuidou dela até que ficasse curada. A fuinha, então mudou-se para os estábulos do lorde, acabou com todos os ratos dali e fez amizade com os cavalos, vivendo muito bem com eles.
Em geral, a fuinha vive perto de fazendas, onde ataca os galinheiros. É encontrada na Ásia, do norte do Himalaia até a Mongólia, e na Europa; há também espécies aparentadas na América do Norte. A fuinha é menor que a maioria das espécies: tem pernas mais curtas, pelo vermelho vivo e áspero. Move-se aos saltos e rói obstáculos com os dentes afiados. A toca, em geral, é um oco de árvore, ou um buraco com túneis que vão até um galinheiro e que tem a entrada escondida por folhas.
 
No inverno, a fuinha dorme de dia e caça a noite: no verão, caça também de dia. No verão, que é o período de acasalamento, a fuinha exala um cheiro forte de almíscar e solta gritos estranhos. Os filhotes nascem no começo da primavera.
 
A fuínha é um carnívoro de tamanho médio, comum mas difícil de observar devido aos seus hábitos nocturnos. Caçadora eclética, quem já teve a sorte de a encontrar viu a elegância tornada carnívoro. Conheça as suas características e ecologia.
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS
A fuínha ou papalvo (Martes foina) é um pequeno carnívoro, com corpo alongado e cauda comprida e espessa. As patas possuem 5 dedos com garras não retrácteis, muito importantes para a aderência às árvores, visto que se trata de um animal trepador. No solo desloca-se aos saltos. Esta espécie é muito semelhante à marta (Martes martes), sendo necessária especial atenção para as distinguir. A fuínha tem pêlo castanho (mais ou menos escuro), um pouco mais acinzentado que o da marta. Possui uma mancha branca (por vezes ligeiramente amarelada) na zona da garganta e peito, que se estende pelos membros anteriores, estando subdividida na zona do peito, por uma faixa longitudinal de cor igual à do resto do corpo. Na marta esta mancha é mais pequena, de coloração amarelo alaranjada, restringe-se à região peitoral, não se estende pelos membros anteriores e não está subdividida. A fuínha possui também orelhas mais curtas e estreitas e um focinho mais curto e largo que o da marta.
O seu corpo mede entre 40 e 50 cm e a cauda entre 23 e 27cm. O seu peso varia entre 1,1 e 2,5 Kg, sendo os machos nitidamente maiores que as fêmeas.
DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA
É comum em toda a Europa Continental, não ocorrendo no entanto na Escandinávia. Está também presente nalgumas ilhas do Mediterrâneo. Em Portugal parece ser comum em todo o país, sendo no entanto a sua tendência populacional desconhecida.

ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO
Faz parte do anexo III da Convenção de Berna (espécie parcialmente protegida, sujeita a regulamentação especial) e em Portugal é considerada não ameaçada (NT).

FACTORES DE AMEAÇA
Os serviços que a fuínha presta ao eliminar roedores (ratos e ratazanas) são menos visíveis e conceituados que as suas intrusões em galinheiros e roubo de ovos. Isto faz com que seja perseguida pelo Homem especialmente nas zonas de caça, onde é considerada nociva para as espécies cinegéticas. Esta noção não deixa de estar errada, uma vez que os diversos estudos feitos sobre a sua dieta mostram que as suas preferências alimentares são claramente os micromamíferos (ratos, ratazanas e musaranhos) e os frutos. Para além disto, a fragmentação e destruição do habitat e a morte por atropelamento também são um forte factor de ameaça.

HABITAT
O tipo de habitat que ocupa varia muito de região para região. Nas zonas do Norte da Europa está mais ligada a áreas habitadas pelo Homem do que no Sul. Em algumas regiões são muito comuns em vilas ou mesmo em cidades. Pensa-se que as habitações são uma substituição do meio rochoso original e que a fuínha tem seguido o Homem em direcção ao Norte acompanhando a desflorestação causada por este. Uma vez que a fuínha não está adaptada a temperaturas muito baixas, as habitações proporcionam-lhe condições térmicas favoráveis.
A ligação da fuínha a zonas mais habitadas pelo homem, verifica-se em regiões onde a marta está bem representada. Nas regiões mediterrâneas, onde esta última está ausente ou é rara, a fuínha ocupa um habitat bastante mais selvagem - zonas rochosas, montados de Quercusspp. (carvalhos) de folha perene e florestas caducifólias. No entanto, estudos recentes mostram que em Portugal, esta espécie também vive em zonas humanizadas. Os seus locais de refúgio costumam ser em árvores ocas, debaixo de rochas, em estábulos, celeiros e sotãos.

ALIMENTAÇÃO
O seu comportamento alimentar é extremamente diverso, quase omnívoro. É um predador generalista e oportunista. Consome especialmente micromamíferos, frutos e insectos, mas também se alimenta de pequenas aves, ovos e de todo o tipo de desperdícios deixados pelo Homem.
As suas capturas são consumidas quase na totalidade e o que sobra é acumulado junto ao seu refúgio, o que permite a sua subsistência em períodos em que o

REPRODUÇÃO
Costuma acasalar no meio do Verão e tal como outros mustelídeos possui o fenómeno de ovo-implantação retardada (ver ficha de texugo). A verdadeira gestação é de 30 dias e as crias (normalmente 3, mas podem chegar a 7) nascem na Primavera. Os cuidados parentais são praticados exclusivamente pela fêmea. Entre o 2º e o 3º mês, as crias começam a sair da toca, acompanhando a mãe durante 2 ou 3 semanas, fazendo deslocamentos cada vez maiores, emancipando-se assim progressivamente. Atinge a maturidade sexual entre 1 e 2 anos e em cativeiro pode viver até aos 18 anos.

MOVIMENTOS
No nosso país parece ter hábitos estritamente nocturnos, mas no Norte da Europa, durante o Inverno, em que a busca de comida é mais difícil, pode ser bastante activa durante o dia. É geralmente solitária, mas as que vivem em vilas podem andar em grupos de 4 a 5 animais. Costuma fazer longos deslocamentos quotidianos, que se repetem normalmente pelos mesmos trilhos, em busca de alimento. No nosso país as suas áreas vitais rondam em média, 3km2 para os machos e 2 km2 para as fêmeas.
CURIOSIDADES
Os seus ataques a galinheiros, levaram à crença errónea de que a fuínha mata mais do que o necessário para se alimentar, fazendo-o apenas por prazer e para sangrar as vítimas. Está cientificamente provado que o impulso de ataque e predação por parte deste animal se deve ao movimento das presas. Sendo assim, perante a concentração artificial de animais (ex: galinheiro), a excitação destes ao pressenti-las, pode provocar um comportamento exagerado de predação por parte da fuínha.clima é demasiado rigoroso.

Outra característica particular da fuínha é o facto de ser um dos poucos carnívoros próximos do homem, que consegue atacar a ratazana com sucesso (o próprio gato doméstico costuma recuar perante a ferocidade desta presa).

LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇÃO
Devido à sua actividade quase sempre nocturna e à sua discrição, esta espécie é dificilmente observável no seu habitat natural. No entanto, em meios rurais, a sua observação não é rara, nomeadamente a atravessar estradas ou caminhos durante a noite. No que se refere aos indícios de presença, a pegada consiste numa almofada principal constituida por 5 lóbulos, na marca dos 5 dedos e num lóbulo traseiro de pequenas dimensões. Quando o substrato é mole pode observar-se também a marca das garras. Os dejectos característicos de fuínha são entrançados, torcidos, com um dos extremos pontiagudo.

Aprenda mais- tatuzinho

NOME COMUM: Tatuzinho

NOME CIENTÍFICO: Ligia oceanica

NOME EM INGLÊS: Common sea slater or quarry-lice

OUTRAS ESPÉCIES: Philoscia muscorum; Armadillidium vulgare; Armadillidium nasatum; Porcellio scaber; Trichoniscus pusillus; Oniscus asellus;

FILO: Arthropoda

CLASSE: Crustacea

SUBCLASSE:Malacostraca

FAMÍLIA: Ligiidae

COMPRIMENTO: até 2 cm

ALIMENTO: vegetação apodrecida

CARACTERÍSTICAS: O tórax tem 7 placas duras. 7 pares de pernas.Os tatuzinhos não são nem insetos, nem moluscos. São crustáceos que se adaptaram à vida em terra firma, mas necessitam viver em um ambiente úmido e escuro. Por isso, procuram as cavernas, onde podem esconder-se sob pedras ou paus. Para conservar a umidade indispensável à sua sobrevivência, eles vivem em colônias. Empilhados uns sobre os outros, protegem-se do ressecamento por evaporação. Esses animais possuem órgãos dos sentidos, fora da sua carapaça, que os ajudam a encontrar locais úmidos.O tatuzinho é encontrado em todo o mundo. Um das espécies mais difundidas na Europa é o tatuzinho-das-cavernas, comum nos lugares arenosos e nas florestas de pinheiros. Seu corpo cinza-azulado é mais chato do que o corpo dos demais espécies. As manchas brancas que aparecem no corpo, na altura das duas primeiras pernas, são as extremidades de finos tubos, pelo quais o animal respira. Nas regiões de clima temperado, a reprodução ocorre em abril e junho. O tatuzinho é uma espécie de bicho-de-conta que se enrola em forma de boa quando se toca nele.
Vivem sob pedras e matéria orgânica, tais como galhos e folhas. Alimentam-se de matéria orgânica em decomposiçã. Estes animais causam danos às raizes e às folhas das plantas, entretanto são muito eficientes como decompositores. São comumente encontrados em jardins cujo solo apresenta grande umidade.
 

Aprenda mais- gato do mato


NOME COMUM: Jaguatirica ou Gato do mato

NOME EM INGLÊS: Ocelot

NOME FRANCÊS: ocelot

NOME ALEMÃO: Ozelot

NOME EM ESPANHOL: Ocelote

CIENTÍFICO: Leopardus pardalis

FILO: Chordata

CLASSE: Mammalia

ORDEM: Carnívora

FAMÍLIA: Felidae

HABITAT: Da Costa Rica à Argentina

ALIMENTAÇÃO: Ratos, passarinhos, insetos

COMPRIMENTO DO CORPO: máximo 1 m

COMPRIMENTO DO RABO: 27 - 35 cm

ALTURA DA CERNELHA: 40 - 50 cm

PESO: 11 - 16 kg

REPRODUÇÃO: Idade de procriação mínima para fêmeas é 18 meses, com o máximo que cria idade ao redor 13 anos. Machos amadurecem a aproximadamente 15 meses, com um máximo que cria idade de 15 anos. Nas regiões trópicas a época de reprodução ocorre de setembro a novembro. Fêmeas entram no cio ua cada 4 a 6 meses. O cio dura 7 a 10 dias a menos que concepção aconteça (em média 5 dias).

PERÍODO DE GESTAÇÃO: varia entre 70 e 75 dias.

FILHOTES: Normalmente nascem só 1 ou 2 filhotes, casos raros de 3.

PESO AO NASCER: 90 g

DESMAME: Seu desmame ocorre entre 8 e 10 semanas e o crescimento é lento.

TEMPO DE VIDA: 20 anos

PELAGEM: Seu corpo é esbelto e musculoso, com pelagem curta e suave de coloração de fundo amarelado ou pardo-acinzentado, com manchas pretas arredondadas, que podem apresentar-se como listas longitudinais na parte superior do corpo. Ventralmente e nas patas a cor é esbranquiçada.
CURIOSIDADES:Gato do mato é o nome comum a diversas espécies do gênero Felis, todas com menos de 1 m de comprimento. Entre elas estão o gato-tigre, Felis tigrina, do tamanho de um gato doméstico e o menor dos gatos; o maracajá , Felis wiedii, e o Felis geoffroyi, pouco maior que os outros dois, mas apresentando manchas menores e em maior número. A jaguatirica é um gato do mato de maior porte.
Os gatos do mato têm hábitos noturnos e geralmente vivem nas matas. Caçam no chão, onde são muito ágeis, ou nas árvores, e se alimentam de pequenos mamíferos, aves, répteis e anfíbios.
Durante a noite chegam a invadir galinheiros onde causam grandes estragos. São inofensivos ao homem, mas defendem-se ferozmente quando atacados. Geralmente a fêmea dá a luz em algum oco de árvore ou em uma moita de arbustos bastante densa, onde possa esconder os filhotes.
Devido a sua pele muito bonita, os gato do mato são bastante perseguidos, estando ameaçados de extinção. Das três espécies, apenas o gato maracajá chega a atingir o sul dos Estados Unidos; as outras duas são comuns nas florestas das Américas Central e do Sul.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Aprenda mais- gato-malaio

 
NOME VULGAR:Gato-Malaio
 
 
FILO: Chordata
 
 
CLASSE: Mammalia
 
 
ORDEM: Carnívora
 
 
FAMÏLIA: Felidae
 
 
NOME COMUM: Gato malaio ou Gato-de-Cabeça-
Chata
 
 
NOME CIENTÍFICO: Felis planiceps
 
 
NOME EM INGLÊS: Flat-Headed Cat
 
 
NOME EM ESPANHOL: gato cabeciancho
 
 
NOME EM FRANCÊS: chat à tête plate
 
 
NOME EM ALEMÃO: Flachkopfkatze
 
 
Características:Comprimento: cabeça e corpo, 60 cm; cauda, 18 cm
 
 
Cor: dorso castanho; barriga branca;Pelo espesso;Crânio achatado no alto
 
 
TEMPO DE VIDA: 14 anos
 
 
GESTAÇÃO: 56 dias
O gato malaio tem um perfil muito engraçado. Sua grande cabeça é achatada e o focinho é comprido e levemente arrebitado. Suas orelhas são pequenas e redondas. Todos os seus dentes são pontiagudos, bastante apropriados para ele capturar e comer presas muito escorregadias, como rãs, peixes e crustáceos, que são seus alimentos favoritos.
O gato malaio é encontrado sempre junto da água, nas florestas tropicais da Malásia e de Bornéu. Caça a noite, pisando cautelosamente no chão da selva úmida. Muito pouco se sabe da vida natural desse gato selvagem, pois ele é muito arisco e não se deixa observar facilmente. Os cientistas também pouco conhecem sua forma de reprodução, pois esse gato nunca se reproduz em cativeiro.
Ao contrário dos demais felinos, exceto o guepardo, o gato malaio não pode recolher inteiramente as suas unhas. Pode, entretanto, retraí-las um pouco, de modo que elas não arranham o chão quando o gato faz sua caminhada. Suas pernas são curtas e as patas pequenas.

Aprenda mais- tartaruga da Amazônia

 
Nome vulgar: TARTARUGA DA AMAZÔNIA

Classe: Reptilia

Ordem: Chelonia

Família: Pelomedusidae

Nome científico: Podocnemis expansa

Nome inglês: Arrau turtle

Distribuição: Norte do Brasil, Guianas, Venezuela e Colômbia

Habitat: Baías dos grandes rios

Hábito: Diurno

Comportamento: Grupo

Longevidade: Acima de 100 anos

Época reprodutiva: Outubro a março

Reprodução: Incubação: 250 dias

Alimentação na natureza: Vegetais e peixes

Alimentação em cativeiro: Vegetais, peixes, carne moída e ração

Causas da extinção: Seus ovos e filhotes são utilizados como alimento pelos moradores da Região Amazônica.

Caracteristicas e curiosidades: Este réptil é um quelônio de água-doce, que habita o rio Amazonas e seus afluentes. Além de Tartaruga-do-amazonas, é conhecida também como Tartaruga Verdadeira.
O casco da Tartaruga-do-amazonas tem forma oval, sendo que os ossos são cobertos por um escudo córneo. Na carapaça, observamos um colorido preto, marfim ou alaranjado, com manchas escuras regulares. Possui patas curtas e potentes, sendo a anterior com cinco unhas e a posterior com quatro unhas. A cabeça é achatada e pequena e nela localizam-se os olhos, as narinas (na parte superior do focinho) e a boca.
Seu tamanho na fase adulta é de 80 cm de comprimento e 60 cm de largura, podendo pesar até 60 Kg. Sua média de vida é acima de 100 anos.
Os inimigos naturais da Tartaruga-do-amazonas, quando filhotes, são os urubus, as piranhas, os jacarés, os jaús e alguns peixes grandes.
A época de reprodução desses répteis vai de setembro a dezembro, quando a tartaruga enterra uma média de 60 a 100 ovos em um buraco de 44 a 56 cm de profundidade, espalhando areia para cobri-los e camuflar o local. Dentro de 45 a 60 dias depois nascem as tartaruguinhas, que imediatamente correm para o rio. O local da postura é chamado de tabuleiro.
Os filhotes alimentam-se de pequenos peixes e plantas aquáticas. O alimento preferido das tartarugas adultas são as frutas, que variam conforme os meses do ano, devido à época de amadurecimento.
Apesar do nome, a "Tartaruga-do-amazonas" é, na verdade, um cágado, já que a tartaruga é um termo empregado aos quelônios marinhos.
A Tartaruga-do-amazonas é utilizada como fonte de alimento e de óleo (para abastecer lampiões e lamparinas), matéria-prima para cosméticos, sua carapaça como bacia e sua pele é boa para fazer tamborins e tabaco. Ela correu risco de extinção na década de 70, ao ser construída a Transamazônica.